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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Inclusão de crianças com paralisia cerebral (aspectos a desenvolver)

Estas crianças devem estar inseriadas no sistema de ensino regular. no entanto, deverá também beneficiar de apoios adequados, aos quais tem direito.

Através do trabalho em equipa (educadores, professores de educação especial, psicologa, terapeuta, entre outros) e da interacção de áreas como a informática, a fisioterapia, a terapia da fala, terapia ocupacional, psicomotricidade, apoio psicológico, etc, procurar-se-á desenvolver o nível cognitivo, a autonomia pessoal e social, a comunicação, a área psicomotora e sócio-afectiva e ainda desenvolver a área sensorial - perceptiva e elevar as capacidades gerais da criança/jovem com paralisia cerebral e melhorar a sua qualidade de vida.


Paralisia Cerebral


Paralisia cerebral ou encefalopatia crónica não progressiva é uma lesão de uma ou mais partes do cérebro, provocada muitas vezes pela falta de oxigenação das células cerebrais.

Acontece durante a gestação, no momento do parto ou após o nascimento, ainda no processo de amadurecimento do cérebro da criança. É importante saber que o portador possui inteligência normal (a não ser que a lesão tenha afectado áreas do cérebro responsáveis pelo pensamento e pela memória).

Mas se a visão ou a audição forem prejudicadas, a pessoa poderá ter dificuldades para entender as informações como são transmitidas; se os músculos da fala forem atingidos, haverá dificuldade para comunicar os seus pensamentos ou necessidades. Quando tais factos são observados, o portador de paralisia cerebral pode ser de forma errada classificado como deficiente mental ou não-inteligente.

A avaliação e o tratamento da paralisia cerebral é feita por neurologistas infantis.