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domingo, 22 de novembro de 2009
Rato (de computador) especial para invisuais
Infelizmente o site está em várias línguas mas em português não...
Mas o que diz é que devido ao seu formato ergonómico, a mão do utilizador se encontra na posição ideal para aprender o Braille. Pode ser utilizado por crianças e adultos, destros ou esquerdinos.
É composto por duas partes conduzidas por uma porta USB.
Vem ainda com um software específico que oferece variados exercícios, mas mais uma vez o próprio software não está traduzido em Português.
E após esta breve introdução, deixo-vos o link para conhecerem melhor o Mouskie
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
A inclusão de Crianças Cegas ou com Baixa Visão em contexto de Jardim de Infância
O Jardim de Infância é a transição necessária entre a família e a escola e constitui uma fase-chave do seu processo de socialização.
A criança aprende a viver em grupo e, face aos seus pares, toma consciência das suas diferenças, das suas potencialidades e das suas limitações. As brincadeiras e os jogos em que aprende a participar desempenham um papel importante no seu desenvolvimento, na sua mobilidade e sentido de orientação.
A integração no Jardim de Infância é, portanto, desejável e vantajosa de todos os pontos de vista, mas necessita de ser cuidadosamente preparada e apoiada, junto dos pais, do pessoal do Jardim de Infância e por vezes junto dos pais das outras crianças que o frequentam.
Não se pense, contudo, que a integração social de um deficiente visual decorre necessariamente de uma educação inclusiva. Muitas vezes é mais fácil à criança interagir com a sua Educadora do que com os seus colegas normo-visuais (Boldt, 1982). Em consequência disto, os conflitos entre crianças, parte tão importante da aprendizagem social, são muito reduzidos, surgindo atitudes quer de menosprezo, quer de superprotecção das crianças com visão, face ao seu colega deficiente. A integração social e a competência social não são o resultado automático de se viver com normo-visuais e são um processo demorado e complexo, envolvendo muitas aprendizagens.
A criança aprende a viver em grupo e, face aos seus pares, toma consciência das suas diferenças, das suas potencialidades e das suas limitações. As brincadeiras e os jogos em que aprende a participar desempenham um papel importante no seu desenvolvimento, na sua mobilidade e sentido de orientação.
A integração no Jardim de Infância é, portanto, desejável e vantajosa de todos os pontos de vista, mas necessita de ser cuidadosamente preparada e apoiada, junto dos pais, do pessoal do Jardim de Infância e por vezes junto dos pais das outras crianças que o frequentam.
Não se pense, contudo, que a integração social de um deficiente visual decorre necessariamente de uma educação inclusiva. Muitas vezes é mais fácil à criança interagir com a sua Educadora do que com os seus colegas normo-visuais (Boldt, 1982). Em consequência disto, os conflitos entre crianças, parte tão importante da aprendizagem social, são muito reduzidos, surgindo atitudes quer de menosprezo, quer de superprotecção das crianças com visão, face ao seu colega deficiente. A integração social e a competência social não são o resultado automático de se viver com normo-visuais e são um processo demorado e complexo, envolvendo muitas aprendizagens.
(Bastante mais informação em Sobre a Deficiência Visual)
Cegueira e Baixa Visão
A cegueira é a falta do sentido da visão.
A cegueira pode ser total ou parcial; existem vários tipos de cegueira dependendo do grau e tipo de perda de visão, como a visão reduzida, a cegueira parcial (de um olho) ou o daltonismo.
Deficiência visual é uma categoria que inclui pessoas cegas e pessoas com visão reduzida.
Na definição pedagógica, a pessoa é cega, mesmo possuindo visão subnormal, quando necessita da instrução em braile; a pessoa com visão subnormal pode ler tipos impressos ampliados ou com auxílio de potentes recursos ópticos. (Instituto Benjamin Constant, 2002)
A definição clínica afirma como cego o indivíduo que apresenta acuidade visual menor que 0,1 com a melhor correcção ou campo visual abaixo de 20 graus; como visão reduzida quem possui acuidade visual de 6/60 e 18/60 (escala métrica) e/ou um campo visual entre 20 e 50 graus, e a sua visão não pode ser corrigida por tratamento clínico ou cirúrgico nem com óculos convencionais. (Carvalho, M.L.B. - Visão subnormal: orientações ao professor do ensino regular, 1994)
In: Wikipédia
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